Segredos do DJI Spark | Guia de campo Pt.1 | COM VÍDEO

Segredos do DJI Spark | Guia de campo Pt.1 | COM VÍDEO

É certo que encontra na edição #97 da Gadget, já nas bancas, uma review completa ao Spark, o mais recente drone não profissional da DJI. Mas queremos ir um pouco mais longe à medida que ficamos a conhecer melhor o “brinquedo”, visto que existem vários pontos e segredos que podem ajudar quem voa regularmente com o drone.

Veja o vídeo abaixo, em que mostramos também todos os itens que fazem parte do pack Fly More Combo, e conheça três segredos “express” do Spark:

1 – As baterias são aversas ao calor!

Ao optar pela versão Fly More Combo, além do rádiocontrolo e outros itens, está incluída uma bateria extra, bem como o carregador para “ressuscitar” três baterias em simultâneo. E ainda encomendámos uma outra unidade extra, visto que a autonomia real do Spark, pelo que temos medido no terreno, é de apenas 12 a 14 minutos.

Nesse sentido, e até porque os dias de calor assim o exigem, é importante deixar as baterias arrefecerem ligeiramente antes de as colocarmos à carga após cada voo. Espere pelo menos meia hora após cada sessão ou após a descarga total de cada unidade.

É possível recarregar baterias com ligação direta ao drone (com a bateria instalada), na base carregadora que recebemos com a Fly More Combo e ainda com recurso a um powerbank, sem problemas, podendo este ser de velocidade normal ou quick charge. Útil!

Mas lembre-se sempre que a bateria deve estar à temperatura ambiente para a recarga, senão o processo demorará bastante mais tempo. O normal são 45 minutos.

2 – Pode dispensar a ligação Wi-Fi entre o rádio e o smartphone

Como? com um cabo USB OTG. Passamos a explicar: o Spark pode ser controlado apenas com o smartphone ou tablet, desde que esteja instalada a indispensável app móvel DJI Go. Neste caso, é estabelecida uma ligação direta por Wi-Fi entre o terminal móvel e o drone. Os respetivos dados e password estão por baixo da bateria e na caixa original do equipamento.

Contudo, comprando o rádiocontrolo em separado ou tendo a Fly More Combo é possível estender o raio de alcance do Spark até aos 2 km e potenciar muito as funcionalidades do drone. A ligação entre o smartphone e o rádiocontrolo acontece via Wi-Fi, sendo que, desta forma, o smartphone não pode ligar-se em simultâneo a qualquer outra ligação Wi-Fi.

Até aqui tudo bem. O problema está no facto de termos já notado que a ligação perde-se de vez em quando, não garantindo a estabilidade essencial para controlar um drone com a ajuda do smartphone, mesmo estando presente o rádiocontrolo.

Para resolver a situação, basta comprar um cabo USB OTG e usá-lo para suprimir essa ligação por Wi-Fi.

3 – Não brinque com a autonomia!

Com a app DJI Go em funcionamento e o drone no ar, encontra no topo do ecrã a toda a largura a barra de energia que dita que autonomia ainda resta ao Spark em cada sessão. E nas definições encontra forma de definir a que percentagem de autonomia o drone inicia o processo de regresso ao ponto Home predefinido antes da descolagem.

O conselho que damos é que defina duas percentagens distintas em dois tipos de uso distintos: caso esteja apenas a brincar com o modo Gestos do Spark, com voos curtos e a baixa altitude, por exemplo, defina o aviso de falta de bateria para os 20%. Provavelmente até conseguirá interromper de imediato o processo de “regresso a casa” e ordenará ao gadget que aterre de imediato ou até na mão.

Por outro lado, se está a efetuar voos mais longos e longínquos, a altitudes e distâncias mais elevadas, defina o aviso e regresso nos 30%. É esta a quantidade de energia que o drone deverá precisar para regressar do ponto em que se encontra, isto já dando um pequeno “desconto” face a contrariedades que o equipamento pode encontrar no regresso.

Estamos a falar de eventuais ventos contrários lá no alto (que não consegue sentir em terra…) e de alterações de rota de regresso que possa ter de efetuar, por exemplo, ocorrências que ajudam a drenar a bateria um pouco mais depressa.

Acredite que não vale a pena “brincar” com esta situação e com questões relacionadas com a autonomia do Spark… E lembre-se que o modo Gestos exige um pouco mais do sistema, “queimando” mais energia do que nos restantes modos de voo e uso.

Atenção: estas são sugestões que fornecemos de acordo com o tipo de utilização que estamos a fazer do DJI Spark. Deve ajustar esta definição consoante a sua experiência e vontade, obviamente.

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